Strawberry Fields

Os campos de morango tão sonhados, onde nada é real. Cuidado com o degrau.

20.8.10

A Sra. Suíça Helvética

Certa vez, não me recordo aonde e quando, minha memória é péssima e por isso peço desculpa por não dar os devidos créditos, li que a Suíça teve quinhentos anos de paz e com isso só aprendeu a fazer relógios e lavagem de dinheiro. Algum engraçadinho levantaria a mão e diria “Há! Mas lá faz chocolate também!” Peço desculpa por acabar com sua ilusão, Papai Noel não existe e aquele chocolate que você deu pra sua mãe é de Gramado – RS.

Não minto que achei de uma certa maldade a frase, afinal… coitado daquele país, e de seus relógios e de seus bancos. Aliás, coitada da própria Suíça. Sim, dela mesma. Desde pequeno tenho a péssima (ou boa, depende do ponto de vista) mania de personificar coisas, objetos, países, palavras (e algumas vezes pessoas que deixaram de existir). E desta vez não foi diferente. Uma injustiça com a Suíça, uma senhora com um vestido de renda, olhos claros, loira e com umas gordurinhas a mais devido ao chocolate excessivo.

Vejo a como uma senhora já de idade avançada, mas fria. Por fora aparenta ter um calor de avó, aquela que sempre tem um pão ou um bolo saindo do forno para nos receber. Mas quando tirada as aparências, é uma senhora fria, amargurada pela vida, sempre encima do muro nas questões mais complicadas de sua existência.

Amargurada, pois ao invés de participar da vida, no máximo conseguiu ser espectadora de seus mil anos. Assistia tudo de cima do muro, balançando seus pés com um tamanco de madeira e olhando bombas passando por sua cabeça.

Às vezes penso que seria um exemplo de vida, e do qual eu deveria seguir, olhar a vida passivamente, controlando totalmente a impulsividade, limitar-me no meu campo de visão e de convivência. Saber que assim como os mil anos suíços, na vida se passa pessoas e mais pessoas assim como nações forma-se e se desintegram, reinos caiem e imperadores morrem.

Mas é fato que não consigo ser assim… tenho um quê de belicoso, de vívido. Não sou indeciso e desde pequeno não consigo ficar somente encima do muro, aliás, nem mesmo subir em um muro eu conseguia direito (sedentarismo puro).

Voltando a Suíça, pobre senhora que não vive sua vida, mas da qual invejo por não fazer “besteiras” impulsivas e seguir em paz com toda sua caminhada.

Mas no final penso que talvez por mais “guerras” que passo, assim como qualquer outro país europeu além da Suíça, eu aprendo mais do que fazer relógios e virar paraísos fiscais. Além do mais, os Alpes suíços são frios e o mar não lhes alcança…

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1- As eleições vão bem, aliás, excelente… temos um hipocondríaco, uma guerrilheira-bruxa, uma tarada por árvores e um louco formado nas Arcadas que quer fechar o congresso. Mas tudo bem, também sou hipocondríaco =]

2- Interunesp 2010? Há, sinto coisas boas sobre isso…

3- Quem precisa de twitter quando se tem isso daqui, exceto pelo fato que no twitter mais gente lê e menos gramática é solicitada.

4- O Mato Grosso me pareceu estranho, no céu nublado, o chão todo branco…se eu não soubesse que era poeira no céu, e algodão no chão, diria que fui pra Russia. Ah não, não dá mais, a Russia está mais quente que o Centro-Oeste.

5- Preciso de livros, aceito sugestões, presentes ou doações.

6 - http://migre.me/16iWp - A Elisa ainda tem razão sobre muita coisa, e eu deveria ouvi-la mais.

“A musa do pinóquio era bolchevista, A mais formosa melindrosa pega na suíça”

Guilherme” Varga
20/08/2010

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20.11.09

Desvaneios com o aniversário próximo

(Bras Cubas às avessas?)

 

Brás Cubas as avessas?

 

            Eu queria poder ter escrevido antes de nascer. Não desejaria já nascer sabendo escrever, preferia somente poder escrever antes de nascer. Afinal todos se perguntam o que acontece depois da morte. Eu, honrando a tradição de ser do contra, me pergunto o que acontece antes da vida.

            É um paradoxo estranho, ninguém para pra imaginar de onde viemos, o que existia antes de nascermos, o que é coerente… O medo de deixar de existirmos supera o saber de que teve épocas em que simplesmente nós não existíamos.

            Queria poder escrever alguma coisa assinando com a data anterior ao do meu aniversário, uns três dias antes (como hoje), e colocar o ano do meu nascimento. Talvez eu recebesse um prêmio por ser um autor pré-nascituro (se é que existe essa designação).

            Agora me bateu outra curiosidade. Em nossa literatura vemos autores defuntos, autores póstumos, psicografias, e autores mortos não tão mortos assim; mas nunca me deparei com um autor pré-vida. Acho que seria interessante ler um ser que nem falar sabe, e nem garganta pra isso tem, se expressar.

            Eu se pudesse ter sido esse primeiro pré-vivo(ou pré-nascituro) iria escrever sobre a guerra fria… Sim, afinal nada mais justo a alguém que almejava alcançar o posto de vivo, falar sobre guerra nuclear e o topete radioativo do John F. Kennedy (e vocês achavam que era laquê… HÁ).

            Ou melhor, me imaginar encima do muro de Berlim enquanto este estivesse sendo quebrado e gritando bêbado qualquer grunhido, ou seja, falando em alemão, e rindo da cara de uns comunistas que ali perto bebiam vodka porque haviam desistido de ir atrás dos vândalos que quebravam seu lindo paredão.

            Aliás, a cena devia ter sido engraçada, pena que na época eu não tivesse olhos para ver, mas eu acharia engraçado da mesma forma. Guardas vestido com aquele chapéu estranho estampado com a foice e o martelo, bêbados (como se fosse novidade) correndo de um lado pro outro tentando impedir um monte de alemães furiosos de unir famílias.

            Coitados, deveriam ter aprendido a lição que alemães quando colocam uma coisa na cabeça, só na base de muito chucrutes (e bier) para tira-la; os franceses que o digam  na guerra Franco-Prussiana, os poloneses também aprenderam isso, mas os bolcheviques tinham muito álcool (e inverno) para aprenderem essa lição (e daí não terem aprendido).

            Lembrando de fatos que aconteceram antes de mim, e poderia ainda dizer sobre o Woodstock, a queda da bastilha ou aquela cena da Marlyn Monroe tendo o vestido levantado pelo vento, que eu concluo. Muitos querem uma vida eterna, mas eu, se fosse levado por essa nostalgia do que eu não presenciei, diria que queria uma historia eterna da qual conheceria todos os mortos, em um encontro histórico de um pré vivo com um defunto.

            Como disse no início eu queria um texto assinado em uma data anterior ao meu nascimento, e de fato, é assim que será feito (pelo menos no corpo do texto), fingimos então que essas palavras foram posta no papel em 20 de Novembro de 1990, através de pensamento e uma imaginação extremamente fértil.

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1 - Pois é, não sei se é aproximidade do aniversário, mas a criatividade fica surrealista ao extremo, ou talvez seja outro motivo…um motivo azul.
2- Bem, pra aqueles que não sabem (e eu não vou ser egocentrico dizendo que deveriam saber) meu aniversário é dia 23, aceito presentes ;)
3- Mordia a lingua e fiz um twitter, mas meu, na boa…eu acho que 144 caracteres não vão bastar. Ademais, o link : www.twitter.com/guilhermevarga
4- É, as coisas espontaneas são as melhores…fato. :D
5- Preciso de férias, fato.

“Well it’s a big big city and it’s always the same…”

Guilherme” Varga
20/11/2009

criado por guilherme.vargas    0:44 — Arquivado em: Sem categoria

4.11.09

O Super-Homem Brasileiro

 

 

Um copo, dois copos, três copos e quatro copos. O dono do bar o olhava com receio, aquela noite teria que virar enfermeiro…talvez ganhasse uns trocados ao surrupiar a carteira do pobre diabo (o que não é muito útil, se tratando de um, literalmente, pobre diabo).

O primeiro gole desceu ardendo, a língua adormeceu no mesmo instante que aquele líquido passou por ela. A garganta parecia que iria ser posta para fora, mas era uma sensação boa, ele sorria. Ao cair no estomago, um sentimento de peso subiu até a boca, o hálito denunciava o que sentia.

O terceiro foi igual ao segundo que foi melhor que o primeiro. Dizem que a primeira vez é que não se esquece, o que é mentira, o bebum já se esqueceu do próprio nome. Ao beber o quarto copo daquela bebida, quase C2H6O em sua formula pura, também pareceu o primeiro, uma sensação subiu-lhe a garganta, mas segurou, não seria muito educado sujar toda bancada.

Pé ante pé, inclinando pra esquerda e pra direita, vendo o mundo girar, lá foi nosso herói a procura de sua casa. Eu acredito que todo bêbado é um herói, aliás, se estes não forem heróis, os seus criadores eram bêbados. Quem imaginou um homem que podia voar com a cueca por cima das calças e que morria por uma pedra devia de certo gostar de uma cana, mas isso não vem ao nosso caso…

Lá foi ele pelas ruas tortas. Havia andando muito, havia andado 3 metros, o dono do bar já o xingava por estar saindo sem pagar. “Bota na conta” e assim foi. Andando pela rua, imaginava-se em uma roda gigante, o mundo girava e agora ele entendia o que aprendia na escola.

E depois dizem que beber não leva a lugar nenhum. Leva a muitos lugares, à montanhas russas (pelo frio no estomago), à rodas gigantes, a descobertas fascinantes. E o transformara em um gênio, de analfabeto se tornou filósofo, e agora entendia o sistema de rotação terrestre.

Virara astronauta, a lua vinha e voltava. Virara psicólogo de si mesmo, e ainda conseguia virar romântico. Ao chegar em sua casa chamou carinhosamente sua mulher, uma linda mulher de cento e oitenta quilos, com corpinho de sessenta, mas ele agora a achava a mais linda das mulheres. Ela o desconsiderara e dormia

Não! Mulheres insensíveis! Não vêem que seus maridos são românticos, que o príncipe encantado também tomava uns goros e caia do cavalo? Restou a ele deitar, ou melhor, tropeçar em uma pedra na calçada, ficar lá deitado, babando enquanto um cachorro vinha lhe lamber.

Sonhava que podia voar, sonhava que tinha uma cueca por cima das calças e que podia tudo. Sonhava com o quinto copo. Sonhava sorrindo…

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1 - Final de semestre é uma maravilha, as papelárias lucram com a venda de grafites pra lapiseiras, fato.

2- Criatividade? Ahh isso é pros fracos como vocês podem perceber pelos ultimos textos…

3- Caipirusp? haha, só uma constatação: Nunca Serão. 

“Momma, someday you’ll be so proud of me
You’ll see me hanging in the New York gallery”

Guilherme” Varga

 

criado por guilherme.vargas    22:13 — Arquivado em: Sem categoria

8.9.09

A curiosidade sobre o passado de Papai Noel.

Tinha uma curiosidade fora dos parâmetros ditos normais. Um ser humano normal não se interessaria com tal afinco pelas suas curiosidades. Ele era daquele que tentava adivinhar pensamentos e passados. Era saudosista e nostálgico por excelência, lembrava do nome de todas as mulheres que havia se apaixonado, do sobrenome de todos os amigos e dos gostos de todos os inimigos. Talvez esta característica o fizesse ter curiosidade tão estranha.

Antes de revelar sua curiosidade, é interessante analisar seus raros gostos estranhos, o que faziam deles raros. Gostava de andar de ônibus, não por necessidade, por mero luxo. Andava só porque gostava do vento em seu rosto. Sua cidade era velha e fria, o saudosismo estampado nos edifícios e um bucolismo no rosto dos transeuntes.

E é nesta parte que revelamos o seu estranho interesse. Ao olhar as faces bucólicas das pessoas, tentava adivinhar sua história. Não era formado em Historia e muito menos se interessava por Sociologia, mas sentia um imenso prazer em tentar adivinhar as dores, as paixões, as riquezas, a sordidez e os anseios por de trás do passado daqueles pedestres.

Vejam aquele senhor de barba grisalha sentado na sombra daquela árvore. Antes de pensar que estou louco, espero que consiga imaginar tal figura. Era um pobre miserável, um mendigo sujo e esfarrapado, mas que não deixa de ser um nobre senhor. Ele ao olhar o mendigo ficava com sua curiosidade a flor da pele. Parou de caminhar no instante que viu a imagem daquele que parecia seu avô. Fitava-o com um rosto pensativo, esperava imaginar o porquê daquela situação.

O esfarrapado era humano, oh sim, e por isso podemos concluir que ele tinha um passado. Era assim que Ele pensava. Talvez aquele velho miserável já fosse rico, devia ter vivido em mansões, gastado dólares em bordéis, bebido champagne ou preferisse apenas beber cerveja, não por necessidade, mas por luxo e mesmo a cerveja seria uma Duvel.

Talvez tivesse uma família, filhos e esposa. Sua esposa poderia ser loira ou morena, não, parece gostar das morenas. Parecia sim que já tinha netos e que deixou a barba crescer apenas para no natal se fantasiar de Papai Noel e deixar seus pequenos puxar sua barba e gritarem: Papai Noel existe!

Ou mesmo não foi nem casado, preferia descansar em várias camas, em vários braços; disfarçando sua carência, apaixonava e se desapaixonava por todas aquelas que atravessassem seu caminho e fossem de seu gosto. Isso são hipóteses, não sabemos, mas ainda prefiro acreditar na hipótese da família.

Pode ser que esteja exagerando o passado, pode ser que aquele velho fosse apenas um miserável ex-presidiário que fugiu do cárcere. Não, se for este o passado do esfarrapado, prefiro acreditar que este já pagou a sua pena na prisão e hoje, por não ter se adequado ao dito normal e por ter adquirido certa moral enquanto encarcerado, esteja passando fome.

Mas se essa for a verdade, mesmo que passado sua pena na prisão corretamente, esteja ainda pagando. Está livre, é certo que está, mas não tem liberdade ao se lembrar que tem fome, que passa frio, que suas necessidades fazem-no ficar preso a um estado bruto de natureza, um estado que o definha através do tempo.

Talvez não seja nada disso que Ele pensava sobre o velho mendigo sujo e esfarrapado, pode ser outras historias, mais normais ou mais heróicas, um antigo herói de guerra ou um investidor passando tempos difíceis. Enfim, assim como o futuro nos reserva historia fantástica, o passado guarda outras coisas inimagináveis sobre o que se passou.

E como Ele conseguia fazer tantas hipóteses sobre o passado daquele mendigo de barba grande sujo e faminto deitado a beira da árvore na praça central? Simples, apesar de andar de ônibus por apenas luxo, apesar de tomar cerveja ao invés de champagne por opção; era um miserável da mesma forma, o que muda são apenas os tipos de misérias. O velho passa fome e Ele se corroí internamente em curiosidade.

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1-(Haha, sim, eu voltei a tomar vergonha na cara e a pensar em postar aqui…pelo menos serei mais regular, o que não é muito dificil de ser vendo como que tava antes)

2- (Sobre o twitter? Só pra falar um oi eu já gasto 144 palavras, imagina se eu tivesse só a opção de 144 caracteres. Não, obrigado, prefiro bloggar :D )

3-(ahh, sem comentários extra hoje…sem criatividade total. Mas comentários de vocês são bem vindos  ;) )

“We hope you enjoy the show”

Guilherme” Varga de Freitas Silva

criado por guilherme.vargas    18:50 — Arquivado em: Sem categoria

26.2.09

A Neblina

Era o inverno de 1978, minha família saiu de férias e decidiu que era hora de viajar. Não sei quem foi que inventou essa regra, mas família reunida e de férias tem de viajar, caso contrário ou não está de férias, ou não é família, ou este autor está de veras muito errado. O céu estava limpo ao sairmos de nossa cidade, as meninas acenavam (na minha cabeça choravam) ao me ver saindo de férias; ouvi alguns fogos de artifícios ao sair da cidade, mas não achei que era algo que eu deveria me importar. Estava frio, muito frio, batia os dentes de baixo com os de cima e nem minha jaqueta de couro conseguia dar cabo do meu frio. O tédio se apossava da minha mente a cada quilometro rodado e aquilo me perturbava; comecei a cantarolar alguma musica do John (Lennon) e me transportar para um “strawberry fields”. Olho para o lado e vejo morangos, “chocante!” eu grito e meu pai grita também, mas outra coisa. Nessa época eu tinha 19 anos, queria mudar o mundo e tinha acabado de aprender a dirigir. O que o fato de mudar o mundo com dirigir tem haver nunca soube dizer, mas sei que eu mudarei o mundo com isso ainda. Talvez compre uma perua velha pintada de vermelho e amarelo, uma foice e um martelo, e seqüestre (sim, com trema. Em 1978 não havia reforma ortográfica) um embaixador americano. Eu dirigia muito bem, mas nunca andei na estrada. Continuava a cantarolar alguma coisa, agora algo do Jackson Five ou um desses conjuntos de um monte de cantor, sem instrumento quando meu pai diz “Filhão, chegou o grande dia…você vai pegar meu carro” encostando em seguida no acostamento. O que?! Tudo bem, eu ainda vou comprar minha perua velha e sair por aí apostando racha pra espalhar a revolução, mas meu velho pirou. Comecei a tremer. “Pega logo esse volante, muleque” ele sorri. Eu sorri também, quer dizer, eu acho. Liguei a seta, um caminhão passa e faz tremer minhas pernas (eu juro que foi o caminhão que fez elas tremerem, juro!). Sai ainda tremendo (em razão do caminhão, só por isso, insisto!) e comecei acelerar. Primeira, segunda, terceira e quarta. Brother, consegui chegar a quarta. Haha, isso começou a ficar fácil demais. Já começava a coçar o nariz, tirar a mão no volante, acenar para brotos imaginários na beira da estrada quando eu a visto… Não, não, a minha frenta não era uma mulher dirigindo um carro, nem uma mulher pedindo caro, enfim, não era uma mulher! Tinha curvas, ondulações, complicações e fosse difícil, talvez por isso confundisse com uma mulher, mas não, era uma serra, uma perigosa serra. Eu a vi e ela riu medonhamente para mim. Aquela serra ria e se contorcia enquanto eu suava frio. Enfrentei, fui com o nariz levantado e as calças borradas. Quando já no meio dela, quase que chegando ao final vejo uma neblina, fico impaciente quando entro nela… Mas tudo se transforma, começo a ficar calmo, uma sensação agradável me atinge, começo a ver o homem chegando na lua em pleno sol das 3 da tarde. Minha visão embasa, mas e daí, essa neblina é muito boa. Quando passa um pouco a neblina eu vejo que aquilo ali não é o que parece e sim uma fumaça de um furgão pintado de cores rosa, verde e umas flores enormes. A fumaça vem do furgão, é isso, HIPPIES! Espera, comecei a sentir que estava voando, quando fui acordado pelo povo do carro gritando e meu pai me xingando. O carro começou a cair da serra, minha mãe suava, minha irmã gritava e meu pai continuava me xingando. E eu? Sim, eu só tive tempo pra apenas uma conclusão. Viajei tanto que fui parar no céu. Malditos hippies!

Guilherme” Vargas de Freitas Silva

¹(Carnaval me lembra a máxima, Panis et Circense…deve ser porque imagino lá em Roma a escola de Julio Caesar entrando na avenida, enquanto na ala dos cristãos os leões comem solto e por ultimo vem Nero para incendiar a multidão.)
²(Meu deus, agonia é foda…Unesp é foda…Cursinho é foda…Meu deus, não não, é pecado.)
³(Não passei no exame da auto escola, isso porque eu sou tão bom, mas tão bom motorista que não sou eu que tenho que sair da  frente da baliza, ela que sai da minha…pena que dessa vez ela era surda.)

*(Pros mais incrédulos, assim como os ateus, que não acreditavam em uma atualização desse blog, está aqui a prova viva. E para os mesmo, digo o seguinte, que se o Fernando Henrique Carodos não fosse ateu, teria sido presidente de sampa…amém.)
**(Vou sentir saudade, mas muito saudade…só agradeço por ter vivido o que vivi, mas já tá foda :/ Bem, termino esses parenteses de um jeito que a pessoa  ao qual é destina isso ler, ela vai entender o que queria terminar por dizer.)

“Viva a revolução, McDonald’s grátis para as classes operárias já!” (hehe)

criado por guilherme.vargas    22:31 — Arquivado em: Sem categoria

13.1.09

Independência na Querência

20 de Setembro de 2024 : O glorioso estado do Rio Grande do Sul declara independência da República Federativa do Brasil, mostrando ser o estado mais macho do país, que não foge de uma boa briga de faca.
21 de Setembro de 2024: A República rio grandense cria o primeiro exército, com os melhores "baguais" do estado. Uruguaios ficam receosos, catarinenses não demonstram opinião, apenas seguem o grande Rio Grande. Paranaenses da região sul do Paraná se revoltam, "Nós somos gaúchos também, tchê!" é o lema da revolta.
23 de Setembro de 2024: Os Estados brasileiros de Mato Grosso(é, o do norte.) e Mato Grosso do Sul viram colônias gauchas. Erva Mate é distribuída gratuitamente nas ruas de Porto Alegre.
25 de Setembro de 2024: Churrasco, cerveja e chimarrão, é domingo tchê! Amanhã mais noticias.
26 de Setembro de 2024: É mandado para o vaticano pedido para a canonização de Bento Gonçalves. Getulio Vargas é o patrono da democracia gaúcha. A liga de futebol nacional é disputada pela primeira vez, entre Internacional e Grêmio.
28 de Setembro de 2024: O Rio Grande manda voltar o embaixador que nem foi enviado ao Uruguai. "Turistas" uruguaios roubam boi na fronteira Rio Grande - Uruguai, causando alvoroço nas relações gauchas-cispla…uruguaias. "Não vão roubar nossos boizinhos não, mas bá, nunca confiei neles. Vamos pra peleja, tchê!" disse o meu avô enquanto tomava vinho em sua estância.
1º de Outubro de 2024: Os CTGs de todo o Brasil são usados como centro de espionagem, prendas são usadas como espiãs(com aquelas roupas, quem duvidaria?). Ocorre invasão das praias por turistas…argentinos. Soldados já estão prontos na fronteira, esperando os inimigos espanhois, enquanto a carne do churrasco está queimando.
3 de Outubro de 2024: Presidente argentino declara que Maradona é melhor que Ronaldinho Gaúcho. Presidente gaucho declara guerra à argentina.
5 de Outubro de 2024: Brasil se alia a Argentina. Tropas brasileiras se perdem no Mato Grosso, atacando Primavera do Leste e Sinop achando que fosse Laguna e Porto Alegre(Ou qualquer cidade gaucha, enfim).
10 de Outubro de 2024: Santa Catarina é bombardeada. Os barriga verdes ficam indecisos se vão para o Rio Grande do Sul ou para o Brasil. Enquanto isso lá na estância o vôvô continua bebendo vinho.
21 de Outubro de 2024: Presidente gaúcho declara retirada estratégica(Coisa puramente estratégica, ok?!) e volta a ser um estado brasileiro. A Republica Rio Grandense termina, mas se matém viva no coração de cada piázinho.(E meu vô decide parar de tomar vinho e vai comer pinhão.)
22 de Outubro de 2024: Tudo termina em uma roda de chimarrão bem quente(que chegou a arder os dentes), uma música regional e um comentário. "Se colocassem o nome de Piratini, nós teriamos ganhado, tchê!"

20 de Setembro de 2044: tudo acontece novamente…

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¹(Ah, preciso mesmo comentários aqui? to sem criatividade, enfim…usem protetor solar, isso faz um bem :D)

²(férias são tédiosas, e tenho dito!)

³(Dois mil e nove começou bem, lá na faixa de gaza estão comemorando tanto que até agora não pararam de soltar fogos…que bonito, hein seu Israel?! ¬¬)

"Hare Krishna, Krishna Hare… Hare Hare…"

Guilherme"

criado por guilherme.vargas    2:50 — Arquivado em: Sem categoria

19.12.08

Ensaio sobre os dezoito

“Agora você pode ser preso.” Foi com essa brincadeira, da qual todo mundo faz quando alguém se torna maior de idade, que recebi os parabéns pelo meus dezoito anos. E tal frase ficou na minha cabeça.
Não que exista a possibilidade de eu vir a ser preso, ou que eu sou uma pessoa com o risco real de isso acontecer( é lógico que o leitor não pensou isso de mim, pensou?). Como todos sabem, me apegar a uma questão banal e transformá-la em um debate é próprio do meu ser(e eu adoro). Não foi pelo fato em si de ser preso, mas sim por um significado bem mais amplo e que pode representar bem os dezoito anos.
Você se deita com dezessete anos, confortavelmente, sabendo que não responde por seus atos e seu nome está ligado diretamente a de seus pais, quando no outro dia, mais que de repente, você se torna maior de idade e vê que de fato tem um nome. É algo complicado de entender; não que não saiba que tem um nome antes, mas agora responde realmente por ele( “Guilherme?” Presente!). Estes são os dezoito anos tão novos, mas que já se parecem tão velhos logo de manhã.
Essa idade é sempre associada a liberdade, ao fato de você começar a ter acesso a coisas que até então, menor de idade, era proibido de ter. Sinceramente, acho precipitado falar em liberdade, já que ao mesmo tempo que pode-se fazer o que quiser, não tem alguém para responder pelos atos por você .
Vou além ao dizer que o numero dezoito representa mais a solidão. Entregam de repente a vida em suas mãos, e faz com que se veja sozinho em uma estrada da qual só você e sua sombra seguem a diante (e muitas vezes nem ela, dependendo da claridade ou do problema). Não que não terá o apoio de ninguém, não é isso que esse autor quer dizer, de fato, você sempre terá alguém, principalmente se esse alguem for sua família, mas agora ela nada mais pode fazer do que te aconselhar e torcer para que tudo dê certo.
Descobre-se nessa fase que o proibido é mais gostoso, principalmente ao reparar que os atos que antes se fazia quando era menor de idade e que eram proibidos e algo maravilhoso, agora perdem a graça. E o proibido de agora, é muito pior para ser experimentado e desacatar a conclusão da qual já se chegou.
E foi com toda essa ladainha de pensamento que faz esse texto quase uma lição de moral (que até esse autor ta achando chato, mas era um desabafo necessário), que recebo o chute no traseiro para acordar e entender que a vida agora é minha e que estou sozinho ( e para não dizerem que sou pessimista) mas esperançoso pelo leque de opções que me surgem.
Aproposito, posso ser preso.

¹(Felicidade é o bem de consumo mais exposto a venda, e os publicitários sabem bem disso.)                                                                                                                              ²(Se dependesse da teoria, o brasil não teria acidentes de carro…e usem sempre o cinto de segurança, não que ele ajude pra algo, é que a multa é cara :x)                                                                                                                               ³(Eu sei que tá uma merda o texto,  prometo escrever melhores, mas é que escrever é uma necessidade quase fisiologica, eu precisava :~)                      *(Ah sim, dezoito anos não é tão ruim, eu só tava sendo dramático e fazendo algo que nunca faço, pensando…haha, me zuei, que péssimo, deve ser o natal.)                                                                                                                              **(Esperança, Unesp 2009? maybe maybe maybe.)                                         

"Yesterday, all my troubles seemed so far away."

Guilherme"

criado por guilherme.vargas    22:17 — Arquivado em: Sem categoria

13.11.08

Confusão de um Gentleman

Mulheres são um sexo frágil. Se elas mesmo se definem assim, o que eu posso dizer contra, nada, se digo algo perto de ser contrário sou machista! Uma pausa para imaginar as feministas convictas lendo isso. Nós temos direitos iguais aos homens, que frágil que nada. Outra diria que elas poderiam até mesmo carregar seus maridos na entrada do quarto após o casamento. (Outra pausa, eu ri ao imaginar a cena. Meu Deus, me dê romantismo, por favor.)
É…Os tempos mudaram. Minha avó insiste em dizer que hoje está tudo diferente e que em sua época não era assim. E olha que ela está na flor da idade, uma verdadeira cocotinha! E eu não consigo entender, se homens e mulheres são iguais, os homens também são um sexo frágil? Uma confusão paradoxal me assombra quando penso no assunto.
De um lado o sexo masculino não é frágil, já o sexo feminino é frágil; mas ambos são iguais. Oras, ou é sexo frágil todos ou não é.
Recordando minhas amigas feministas do inicio do texto, que me fizeram parar a escrita só para escutar seus protestos; elas que são tão fortes e independentes (sim, admito isso.), quando você corta a fila do restaurante te chamam de insensível, se não abre a porta do carro para elas entrarem é sem educação, se não lhe dão a vez de qualquer coisa você definitivamente não é um cavalheiro (e se torna o insensível-mor.) e se não paga a entrada do cinema, você é pão duro.
Mulheres, mulheres….eu não as entendo. Talvez nunca entenda, e se entender irei patentear a idéia só para ganhar milhões com manuais do tipo "entenda sua mulher em 100 passos.".
Viva a eterna guerra dos sexos, e as suas contradições. Paremos já com isso, cheguei enfim a alguma conclusão, uma luz no fim do túnel para toda questão:
Somos todos sexos frágeis e eu, definitivamente, sou grosso e pão duro.

*(Dedico esse texto a minha amiga pseudo-feminista e de gênio forte, Gabriele… pedido atendido :D)

¹(Hohou, esse blog está bombando ae…estou pensando em expandi-lo, vou pedir um empréstimo em algum banco…e ajudar a crise, lógico (H) )
²(Então, confio ainda no que meu vô falava…"como a gente vai entender alguem que sangra todo mês e não morre"…brincadeirinha, não me esfolem vivo, minha pele não vale muito :x)
³(Uou…raridades são legais, tenho dito. :D)
!(Eu falo demais…mas é que não me aguento, é tão legal colocar esses parenteses…o/)
!!(Como esse daqui, é tão bonitinho…)
!!!(Ok, Ok, parei, termino aqui…acho que não tenho mais nada pra falar…ah sim, lembrei. Crianças, não durmam na aula, vestibular está perto e faculdade particular não cabe todo mundo, haha, sacaniei :x)

" And your bird can sing"

Guilherme"

criado por guilherme.vargas    22:30 — Arquivado em: Sem categoria

8.11.08

Uma eleição de raça.

Finalmente um negro assume o cargo de presidente dos Estados Unidos da America, a vontade do mundo foi feita e todos festejam tal feito.(tal feito?)
Mas espera! Passando a euforia humanista de igualdade, fraternidade e liberdade; o que afinal o mundo está comemorando? Um negro assumiu o cargo mais alto dos Estados Unidos! Nada surpreendente; os lideres de Botsuana, Haiti e Angola também são negros e ninguém comemora, isso que mais me surpreende. O Bush está saindo! Isso eu comemoro também, mas independente de resultados ele iria sair de qualquer jeito, a linha dos dois candidatos, independente de partidos, não seria a mesma do grande (cachaceiro) George W. Bush.
Enfim, me falta razões para gastar com fogos de artifícios e acreditar que o mundo deu um passo a frente na evolução.
O que está acontecendo com a imagem de Barack Hussein Obama é o mesmo que acontece com um defunto logo depois de sua morte. Já no velório, em meio a choros, piadas fora de hora e cânticos enjoativos, sempre tem alguém que fala: Ele era tão bom, que grande homem foi! Mesmo quando o moribundo do caso, quando em vida, batia nos filhos, batia na mulher, batia nos filhos, batia na mulher e quando cansado de repetir a mesma coisa, ia pra cima do papagaio(E tudo voltava em ciclos, só porque todo mundo pede bis dos infortúnios alheios). Na nossa situação a cor da pele faz o papel da morte no caso citado acima. Lembram da cor e lá se foi qualquer julgamento sensato de idéias e propostas.
O mundo comemorar, dos males é o melhor, até porque o mundo é muito grande para abranger a área de cobertura do meu senso crítico(e eu tenho amor a vida, seis bilhões de pessoas me odiando não seria algo muito seguro.). O pior é o frizon que fazem encima da eleição estadunidense aqui no Brasil, tanto a imprensa(Veja! Globo! Circo!) quanto o povo, enquanto nesse vai e vem de alegria e esperança (do que?) esquecem que são brasileiros e acabam virando americanos( maldita globalização!).
Para nós nascidos no país tropical, o que fica não é a igualdade de raças simbolizada pela ocasião e sim taxas, restrições e mais restrições à produtos made in tupiniquim postas pelo presidente negro que é tão branco quantos os antecessores.
Os brasileiros comemoram, os latinos comemoram, os negros comemoram, os índios comemoram, enquanto eles dizem: Yes, we can.

 

*(Não tenho nada contra a pessoa ou a eleição do Obama, apesar de achar que para o Brasil teria sido melhor o McCain ganhar, mas o que me irrita é a supervalorização da questão racial e não das idéias. Oras, o que faz um racista é ver a raça e depois a cabeça da pessoal. Por isso digo que o mundo não deu um passo a frente, o avanço de ter sido um presidente negro eleito por voto popular na maior potência do mundo é apagado pela euforia do mundo como se isso fosse algo impossível de ter acontecido, um sonho. Enfim, continuamos ainda racistas.)
**( Quem ganhou lá nos EUA foi o tal Barack Hussein Obama, mas quem ganhou para vereador na sua cidade? você sabe? Pois é, nem eu. Esse é o país do futuro, ninguém segura esse país!)
***(http://revistaportuaria.tempsite.ws/site/?home=noticias&n=zCNCd&t=divergncia-sobre-eleico-obama-comercio-exterior-brasileiro)

¹(Vestibular? Hã? que isso? Vou virar hippie! (h))
²(Entre a cruz e a espada…enfim, qual afinal é o significado dessa frase? nenhum, só é para dar ar culto a esse post HAHA! :D)
³(Se Andy Warhol estivesse vivo teríamos retratos do Obama em diversas cores, haha, zuei :x)

"Quando nascemos fomos programados a receber o que vocês nos empurraram com os enlatados dos USA, de 9 às 6."

Guilherme"

criado por guilherme.vargas    13:49 — Arquivado em: Sem categoria

2.11.08

O começo de uma historia.

Babaçunapapa (todo nome indigena tem que ter p e b, se não de fato não o é. Pirassununga, Babaçu, Pinhamonhangaba e etc…) estava sentado perto da elevação de terra que viria a se chamar Porto Seguro (por agora um monte sem nome ou rotulações) a ver aquele infinito azul de águas que acabavam no horizonte. Belas índias nuas passavam ao seu lado, mas para quê olha-las? Via aquilo todo dia, nada demais, tudo ali era normal, peitos e bundas sempre são as mesmas coisas.
Seu filho chegou ao lado e encostou a cabeça em seu ombro, a mulher vinha logo atrás bem no momento em que ele soltou um berro. Ahhh! O fim do mundo! Os Deuses estão vindo!
Enormes canoas vindas do horizonte não era algo de se ver todo dia. Oras baba, não há de ser nada demais, é imaginação sua, disse-lhe a mulher que tentava tranquiliza-lo.
Nessa hora já era para toda tribo estar correndo um contra o outro em desespero ou se armando contra possíveis invasores divinos, mas meu rei, estamos na Bahia, então não é de se estranhar que todos estavam em suas redes(exceto Baba).
Estranhos estão vindo, estranhos estão vindo! saiu gritando ele em direção do chefe da tribo. Mas oxi menino, se aquete, já vou providenciar defesa.
Nisso o chefe se levantou preguiçosamente, colocou umas peninhas falhas na cabeça e pegou seu arco e flecha, alguns o seguiram enquanto outros preferiram continuar na rede pois estava bom demais.
Desceram em fila indiana com uma cara de sono fora do comum. O chefe das peninhas falhas, seguido pelo Babaçunapapa e seu filho, e mais uns desengonçados.
Chegando à praia, já havia aparecido aqueles estranhos com aparatos mais estranhos ainda (que nós chamamos de cruz, espada, lança, mosquete) e roupas bizarras. Atrapalhadamente todos os índios apontaram suas flechas na direção deles, enquanto estes arregalaram os olhos.
Os índios tremiam um pouco é verdade, mas os estranhos também. É certo que aqueles barbudos com o sexo tampado e um capacete bizarro poderia dar fim a toda aquele impasse com um tiro pro ar, mas as flechas dos nativos estavam afiadamente perto demais de seus rostos e convenhamos, se alguém nu lhe aparecesse do nada também se assustaria.
E assim ficaram a se olharem, os barbudos além mar quase borrando as calças por causa das setas dos indigenas, e estes tremendo por achar que o fim do mundo havia chegado e não poderiam mais deitar em suas redes.
Um dos estranhos deu um passo a frente e foi tentar comunicação, começou a falar como se os indigenas fossem surdos. Deixa disso, barbudo…falamos como vocês. E todos acabaram rindo de tudo, tem quem diga que alguns sambaram e as índias se deitaram com os barbudos fazendo surgir a primeira fofoca nessas terras.
O resto é historia… vocês já sabem.

¹(Os índios falam português, inglês e outra lingua que não sei…principalmente para vender bugigangas ou mandar turistas para o lugar onde não bate o sol ;x)
²(Tupi or not Tupi: That is a lenguage… Se dependesse de alguns patriotas ao extremo, falariamos tupi, dormiriamos em rede e eu me chamaria Pananubaru. HAHA!)
³(O mar não é azul, é cinza e tenho dito! A praia de dia não vale muito a pena, mas de noite, meu Deus. só faltou companhia. :x)
*(Axé, uhuuuullll -_-)

Explicação: “Querida, não é isso que você está pensando” pois bem, poderia começar assim a explicar minha ausência, mas serei direto. Estava de férias e como podem ver, estou péssimo para escrever. Voltei de Porto Seguro bahiano totalmente e tocando berimbau. Peço desculpa aos leitores, se ainda existe algum, pode voltar a ler isso daqui, porque a depressão pós-porto passou e a normalidade se instalou. Irei em breve fazer um post sobre porto HAHA! (6)

“Vai ver é assim mesmo, vai ser assim pra sempre, vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente.”
Guilherme”

criado por guilherme.vargas    0:23 — Arquivado em: Sem categoria

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